O cenário atual da Justiça do Trabalho chama a atenção: mesmo após a reforma trabalhista ter buscado reduzir a litigiosidade, o volume de ações voltou a crescer de forma significativa.
Medidas como honorários sucumbenciais, critérios mais rigorosos para concessão da justiça gratuita e a vinculação dos pedidos ao valor da condenação tiveram, inicialmente, impacto relevante na diminuição das demandas. Contudo, com o avanço da jurisprudência especialmente a partir de decisões do STF e entendimentos consolidados no TST essas limitações foram sendo relativizadas.
O resultado é um ambiente que retoma altos índices de judicialização, exigindo das empresas uma postura mais estratégica diante do risco trabalhista.
Nesse contexto, ganha relevância a adoção de práticas preventivas, como:
✔ Revisão periódica de contratos e políticas internas
✔ Adequação de rotinas de jornada e remuneração
✔ Análise de riscos e contingências trabalhistas
✔ Padronização de procedimentos conforme a legislação e a jurisprudência atual
A atuação jurídica preventiva, integrada à dinâmica empresarial, contribui para maior segurança jurídica, previsibilidade e melhor gestão de passivos.
Em um cenário de elevada litigiosidade, a prevenção se consolida como importante instrumento de governança e organização empresarial.


